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Onde e como nasceu a Doofe?
Meu nome é Rodolfo Nascimento, mas se você já conhece a Doofe há um tempo, provavelmente já me chama de Dodô.
Sou empresário, formado em Ciências Contábeis, sempre vivi muito dentro do ambiente corporativo e executivo. Trabalho com números, gestão, decisões e responsabilidades — daquele jeito que o mundo dos negócios exige.
Mas, mesmo inserido nesse meio, sempre existiu algo em mim que não se encaixava totalmente nesse padrão engessado.
Sempre gostei de me vestir bem.
Não por vaidade, mas porque acredito que a forma como a gente se apresenta diz muito sobre quem somos, sobre como nos posicionamos e sobre a confiança que levamos pra vida.
A Doofe nasce exatamente desse ponto.
Ela surge no pico da pandemia, num momento em que tudo parecia incerto, mas onde uma coisa ficou muito clara pra mim:
existia uma lacuna no mercado para uma loja masculina que representasse o armário real do homem moderno.
O homem que trabalha, que lidera, que empreende.
Mas que também sai com os amigos, vai pra um bar, curte um evento, uma festa, um final de semana diferente.
O homem que não quer escolher entre estar bem vestido no dia a dia ou ter personalidade nos momentos de lazer — ele quer os dois.
A Doofe nasce para vestir exatamente esse homem.
Aqui você encontra peças pensadas para o cotidiano, para o trabalho, para a rotina.
Mas também encontra roupas e acessórios mais ousados, com identidade, personalidade e presença — pra quando o momento pede algo a mais.
Cada coleção da Doofe acompanha a evolução da moda masculina, mas sem perder algo que considero essencial:
a roupa precisa conversar com quem veste, não engessar quem você é.
A Doofe é, no fim das contas, um reflexo do meu próprio estilo, da minha caminhada e da forma como eu enxergo o homem moderno hoje:
versátil, confiante, em constante evolução e com identidade própria.
Se você se reconhece dessa forma,
a Doofe tem o prazer de vestir você.
